
”Ia duas vezes por dia à Renascença à procura de emprego. A secretária dizia sempre: 'Um dia ainda vais entrar'. A D. Filomena ajudou-me muito”
Da pobreza de Proença a Nova, onde os vizinhos juntavam dinheiro para ligar os motores e ouvir relatos de futebol na rádio, até à Rádio Renascença, onde entrou com 39 de febre no
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